domingo, 21 de novembro de 2010

Tortura em Marrocos

Human Rights Watch denunciou depois de visita ao território ocupado que «muitos sarianos detidos, em El Aiún, foram espancados até ficarem inconscientes»

Os civis sarianos sofreram “brutais torturas por parte das forças de segurança marroquinas”. Foi nestes termos que o enviado ao Sara Ocidental da organização de defesa de direitos humanos, Human Rights Watch, classificou os acontecimentos mais recentes neste território ocupado pelas forças de Rabat.

Peter Bouckaert denunciou à estação espanhola Cadena SER que “muitos sarianos detidos em El Aiún, foram espancados até ficarem inconscientes”, e advertiu – citado pelo Sahara Press Service, num comunicado divulgado pela Associação de Amizade Portugal–Sahara Ocidental que os “os abusos continuam, inclusive neste momento”.

“Estamos a falar de casos graves de tortura.” Por isso, deixou um apelo: a “intervenção urgente de uma missão das Nações Unidas com competência em matéria de direitos humanos”, para pôr cobro ao atropelo destes pelas autoridades marroquinas

sábado, 13 de novembro de 2010

250.000 mulheres estupradas só no Congo


Estupros e violência sexual estão sendo usados como armas na guerra da República Democrática do Congo. Esses abusos eram comuns durante o genocídio de Ruanda, em 1994. As conseqüências para as mulheres e comunidades são devastadoras.

Em Ruanda, estima-se que 250 mil mulheres tenham sido estupradas e torturadas sexualmente durante os 100 dias de genocídio em 1994. Na República Democrática do Congo, ninguém sabe quantas mulheres foram submetidas a estupros, torturas, mutilações ou mesmo à escravidão sexual, desde o início das violências, em 1996.

Para muitas vítimas, as principais conseqüências dessas violações são as doenças sexualmente transmissíveis, como HIV e Aids. Em 2003, organizações humanitárias apresentaram um relatório onde se podia ler que, muitas vezes, a transmissão de doenças sexuais era o principal objetivo desses estupros.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Tortura autorizada - Idade das trevas do Séc XXI


Há alguns meses o mundo tomou conhecimento do horror que se desenrolava nas prisões mantidas pelos órgãos de segurança norte-americanos. A imprensa divulgou, chocando todo o planeta, o caso de um preso submetido a 83 sessões de tortura ao longo de um mês – a cada nove horas, pois.

Neste caso, a tortura consistia em simular o afogamento, mergulhando a cabeça do preso repetidas vezes dentro de um tanque. Noticiou-se que um outro preso foi ainda mais infeliz: passou por 183 sessões de tortura ao longo de 30 dias. Sim, a cada quatro horas durante todo um mês este preso era retirado de sua cela e submetido a uma sessão de tortura!

Todos estes procedimentos foram registrados, gravados, filmados e documentados. Faziam parte até de uma chocante coleção de “orientações escritas”. Cito um exemplo: havia o costume de se amarrar os presos a uma cadeira cujo encosto era fortemente inclinado. Aí, enfiavam um pedaço de pano na boca do preso e ficavam derramando água, dificultando ou mesmo inviabilizando a respiração. Acredite: as autoridades governamentais norte-americanas estabeleceram que não se poderia jogar água por mais de 40 segundos a cada vez.

Outros torturadores eram menos sutis - gostavam de arremessar os presos contra paredes. Mas não eram paredes comuns: eram de um tipo especial que desabava sob o choque violento de um corpo. De forma a evitar que a coluna vertebral dos presos se quebrasse, os policiais foram orientados pelo governo, por escrito, a colocar pedaços de pano ao redor do pescoço deles.

Nem bem o mundo havia se recuperado das notícias desta barbárie oficializada, outra surgiu. Trata-se dos “Manuais de Interrogatório” das forças armadas do Reino Unido, objeto de recente divulgação pela própria imprensa daquele país.

domingo, 12 de setembro de 2010

O INQUISIDOR


‘‘O Inquisidor deve ser diligente e fervoroso no seu zelo pela verdade religiosa, pela salvação das almas e pela extirpação das heresias. Em meio às dificuldades permanecerá calmo, nunca cederá à cólera nem à indignação... Nos casos duvidosos, seja circunspecto, não dê fácil crédito ao que parece provável e muitas vezes não é verdade; também não rejeite obstinadamente a opinião contrária, pois o que parece improvável freqüentemente acaba por ser comprovado como verdade... O amor da verdade e a piedade, que devem residir no coração de um juiz, brilhem nos seus olhos, a fim de que suas decisões jamais possam parecer ditadas pela cobiça e a crueldade’’ (Prática VI p... ed. Douis 232s).

Um dos mais temíveis representantes da Inquisição foi Tomás de Torquemada, um frade dominicano espanhol. Nomeado como inquisidor pelo papa Inocêncio VIII e prestigiado pela rainha Isabel de Castela, este clérigo promoveu uma feroz caçada contra bígamos, agiotas, judeus, homossexuais, bruxas e hereges. A sua ferrenha atuação acabou fazendo com que a sua fama percorresse os quatro cantos da Espanha e chegasse até aos ouvidos do próprio Vaticano.

Geralmente, baseado em denúncias de fraca sustentação, os investigados eram presos e submetidos a interrogatório nos calabouços da Inquisição. Enquanto os açoitamentos e torturas eram deflagrados, Torquemada passava o tempo sussurrando as suas preces. Segundo alguns documentos, os interrogados tinham as unhas arrancadas, a pele marcada com ferro em brasa e os dedos perfurados. Mulheres acusadas de bruxaria eram despidas para que fossem encontradas tatuagens de símbolos diabólicos.

Ao longo de uma vida toda dedicada a esse tipo de atividade, Torquemada acabou sendo visto com desconfiança pelos dirigentes religiosos da época. Segundo estimativas, através de seus métodos de investigação, cerca de 10 mil pessoas teriam sido condenadas à fogueira. Após ignorar os pedidos de moderação da Igreja, acabou sendo afastado de suas funções. Quatro anos depois, em 1494, acabou morrendo na clausura de um convento na região de Ávila.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010


O touro de bronze tinha uma porta em uma de suas laterais para que o apenado fosse introduzido no seu interior e, em seguida, a porta era fechada e um carrasco acendia uma espécie de churrasqueira por debaixo do touro fazendo com que esse ficasse vermelho de tão quente.
O condenado morria assado dentro do instrumento de tortura e Periollos ainda teve o cuidado de abrir orifícios na boca do touro para que quando o condenado gritasse, o som soasse como um touro furioso.


MESA DE ESVENTRAMENTO

A vítima – consciente – é amarrada a uma mesa, onde é feita uma incisão no seu abdômen larga o suficiente para caber a mão do torturador dentro. Seu intestino delgado é, então, separado do fundo do estômago com um gancho e ligado a uma manivela. Lentamente, a manivela retira de 3 a 6 metros de intestino centímetro por centímetro. Este dispositivo foi utilizado para coletar informações de criminosos, mas logo que o processo começou ninguém sobreviveu à manivela. Pessoas morriam de uma combinação de dor extrema e perda de sangue.




INQUISIÇÃO - I


A Serra


A serra pode representar o ápice da mente negra do ser-humano. Ao ser virado de cabeça para baixo, o sangue desce todo para o cérebro, oxigenando-o. Fazendo isso, o torturado não desmaia enquanto é serrado, como acontece normalmente com uma dor muito forte, ele só vai morrer mesmo, quando a serra chegar no umbigo ou ate mesmo no diafragma.


Limpeza de alma


Em muitos paises católicos, o clero acreditava que podia limpar a alma do maldito condenado, se ele bebesse agua fervendo (escaldante, pra ser mais especifico), carvão em brasas ou os dois. Eles eram aplicados antes dos condenado ser punido pelo crime.

TORTURA I


De acordo às convenções internacionais, "constitui tortura todo o acto pelo qual se tenha infligido intencionadamente a uma pessoa dores ou sofrimentos graves, já sejam físicos ou mentais, com o fim de obter dela ou de uma terceiro informação ou uma confesión, castigar por um acto que tenha cometido ou se suspeite que tem cometido, intimidar ou coaccionar a essa pessoa ou outras, anular sua personalidade ou diminuir sua capacidade física ou mental, ou por razões baseadas em qualquer tipo de discriminação. Desde que ditos dores ou sofrimentos tenham-se cometido por um agente do Estado ou outra pessoa a seu serviço, ou que actue baixo seu instigación, ou com seu consentimento ou aquiescencia".


A tortura é o patamar mais baixo que o ser inumano pode se encontrar, é cruel, terrível e abominável, inadmissivel e incompreensivel que sejamos capaz de tais atos como os que serao expostos a seguir.

A denúncia e o desejo para uma sociedade mais humana é o apelo deste blog.

http://www.orkut.com.br/Main#AlbumZoom?uid=14129731132546783601&pid=1240544444003&aid=1232017727

"Observo com atenção as criaturas humanas e sinto medo; não vejo a serena tranqüilidade de seres racionais. Pressinto que o animal vai de um momento para o outro, retomar a dianteira – e que a desumanização se dará em escala monstruosa"

( H. G Welles)